
Estou cansado de escutar essa história de Geisy Arruda na Uniban.
Até onde eu entendi, e consegui formatar aqui nos meus neurônios, trata-se de uma menina daquelas que gostam de fazer o tipo
femme fatale.
Coloca saia curta, usa aquela calça agarradinha e aqueles panos que "marcam" os traços mais intimos.
Desse jeito - produzida - ia para a Faculdade, subia as rampas num trajeto maior do que o normal e recebia adulações e elogios que variavam do grau da cordialidade ao da bestialidade.
Mas, para ela tanto fazia. O negócio era "causar".
Numa bela noite, tendo um compromisso posterior ao da aula, resolveu forçar a barra.
Vestiu aquele mini vestido rosa e foi.
Ela, sabedora do frisson que faria entre os rapazes presentes, espichou - mais uma vez - o seu trajeto.
A notícia da passagem da "dama de rosa" pelas beiradas das rampas da Uniban espalhou-se pelos corredores e pela salas.
E a turma saiu para conferir o material. Sabe como a moçada é, né ?
Muitos se atrasaram e não viram.
Ela se protegeu no banheiro. Mas a horda de espectadores foi atrás : todo mundo queria ver até onde, naquela noite, a barra havia subido.
Daí para o coro, para a vaia e para a gritaria foi um pulinho.
A fama já existia - ela já era conhecida por isso.
A idade dos estudantes é aquela da folia e da bagunça - e isso não é uma exclusidade da Uniban ( quando o pessoal da Medicina da USP e da Unicamp veio a Bebedouro - há muitos anos atrás - quase derrubaram a nossa cidade ).
Enfim, ela não é nenhuma santa, nenhuma idiota, nenhuma vitima.
Plantou e colheu.
Foto do dia do incidente : estava curto ou não ?Você, quando foi "tirar" sua carteira de motorista, se lembra bem que um dos deveres do condutor era o de "conduzir o veiculo decentemente trajado".
Você, quando foi a algum Fórum ou a alguma repartição do Legislativo já viu que, nestes lugares, não se entra nem de bermuda.
Você quando vai ao médico, ao dentista, ao velório, ao aniversário de algum amigo ou a praia vai com uma roupa condizente com a ocasião e o lugar.
Numa Instituição de Ensino superior, certamente, a roupa deve ser adequada ao meio, ao ambiente.
Lá não é nenhuma festa. A finalidade alí é a de se aprender, reunir informações que serão utéis e fundamentais ao exercicio de uma profissão.
No começo do meu blog eu digo que o Brasil é uma país monotemático. E portanto, muito previsível.
E agora, não vai dar outra :
Edson Aran, diretor de redação da Playboy, disse que quer a estudante Geysy Arruda pelada nas páginas da revista masculina.
Geysy, que apanhou por estar de minissaia na Uniban, vai ser chamada para uma conversa.
E tem que ser rápido, antes que a fama dela acabe.
“Para sair na Playbou a mulher tem que ser gostosa e ter notoriedade”, disse Edson.
Viu ? Vivemos numa época em que a inversão de valores está em ritmo crescente.
E eu continuo com a minha opinião que essa menina não passa de uma piranha.
Uma vagabundazinha qualquer que está posando de vítima, comprometendo o nome de uma Universidade, a reputação de seus alunos e abrindo um precedente perigoso.
E sabe o que ela vai fazer agora ? O que toda piranha faz ao final do programa : receber uma graninha !